Mas em determinada manhã, um funcionário da Fazenda Santa Elisa, que é ligada ao Instituto Agronômico Campinas (IAC), descobriu a invasão do local, por um buraco aberto na cerca. O caso foi registrado em delegacia de Polícia Civil. Algumas pessoas tinham sido vistas ao carregar sacos lotados de milho. Mas nenhuma foi identificada.
Ao saber do fato, o caso virou notícia. E acabou sendo triste, ao perceber que durante entrevista, o responsável pela pesquisa quase chorou. "Foram anos de experimento perdidos. A pesquisa terá de começar de novo", afirmou. E era verdade. Além disto, na época, pelo valor aplicado nos estudos, cada espiga furtada valeria em torno de R$ 1 mil. Milho caro.
Pior: não deveria ser consumido, pois era geneticamente transformado e não se sabia a chance de uma ação contrária no organismo. Se isto ocorreu, não sei. Pelo menos à época não soube de qualquer pessoa morta (assassinada - risos) por uma espiga de milho.
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